Por que hei-de querer mais se tal me basta
Depois daquele sofrimento que bem sabeis?
A vida virou de banda, uma mãe feita madrasta,
Que vós, lamparinas do brilho d’ amizade, conheceis!
Este corpo, esta alma que aqui vedes sorridente
É fruto de lutas sem quartel em dificuldade superadas
Com sorriso de brandura qu’ eu forcei sempre presente
Num âmago doloroso de tristezas ruins e malfadadas!
Minh’ Alma pequenina quanto a querendo grandiosa
Num embaraço de situações de dor e d’ amargura
Na busca de canção a meus entes queridos, melodiosa,
Afogada em tanta lágrima d’ aflição, de rímel e ternura!
Meu cabelo em debandada é testemunho majestoso
De uma nova vida aprendida numa renúncia dura,
Uma oportunidade nova de vida num rito doloroso,
Cedem-se os antigos sonhos e só a nossa fé perdura!
Ó! Quão doloroso é julgar passar de vez e perder
A nossa juventude e a nossa glória de sonho infindo!
Surge então o ânimo, a nova fortaleza do saber
E ganha-se Vida, surge outra manhã ao Sol refulgindo!
E as saudades de uma Vida que a dor modificou
Ficam distantes num recanto que se guarda do olhar!
Vai-se em frente numa introspectiva do que se doou,
Perdoa-se à Vida, ao Fado e ao Amigo se reserva um orar!
Que o fecunde de graça, o fortaleça de ânimo
E o prepare também se for preciso p’ ra lutar,
Que a Vida é bela, é sorriso não desânimo,
E ela só pretende que a embelezem a amar!
E aprendendo que o cancro é da Vida a oportunidade
De desafiar a morte com que o infiel Fado desumano
Nos pretende amesquinhar numa desonra de fatalidade!
Tu, maldito, para mim já não passas de um infiel engano!
Qu’ a minha fortaleza, de suor, sofrimento e lágrimas infindas,
É mais forte do que tu, traiçoeiro, mísero e mesquinho ser
Que t’ intrometes em sonhos que me despertam coisas lindas
Num esgar d’ inveja que me deleita de felicidade ao amanhecer!
E apesar da tua crueldade indigna de t ‘instalares sem compaixão,
Não vais vencer a Felicidade do Amor e d’ Amizade neste Ser,
Que eu te vencerei nesta luta, tu que dos sonhos é ladrão!
E a Vitória é minha, Vencedora de ti, meu destino é VENCER!
quinta-feira, 22 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Mas hás por bem inquietar-me de tormento ...
Mas hás por bem inquietar-me de tormento
Nesta ansiedade que aperta este pobre coração?
É por bem saberes que, por ti, é eterna a devoção?
Que infindas estas horas, tresloucado sofrimento!
Por que te atrasas, ó tempo do êxtase, da vaidade?
E sobram esbirros vãos de malfadado adiamento?
Ai, que o tormento é longo e a felicidade um momento!
Só qu' um segundo d' Amor por ti vale a eternidade!
Acode-me este Amor ardente, esta alegria imensa
De pertencer ao mais belo, ao sempre Glorioso!
E se este coração arde d' ansiedade bem pungente
Quero eu sempre morrer na labareda intensa,
Que torna belo este viver que, ufano e presunçoso,
Bem lhe quer bem mesmo qu' esteja descontente!
Nesta ansiedade que aperta este pobre coração?
É por bem saberes que, por ti, é eterna a devoção?
Que infindas estas horas, tresloucado sofrimento!
Por que te atrasas, ó tempo do êxtase, da vaidade?
E sobram esbirros vãos de malfadado adiamento?
Ai, que o tormento é longo e a felicidade um momento!
Só qu' um segundo d' Amor por ti vale a eternidade!
Acode-me este Amor ardente, esta alegria imensa
De pertencer ao mais belo, ao sempre Glorioso!
E se este coração arde d' ansiedade bem pungente
Quero eu sempre morrer na labareda intensa,
Que torna belo este viver que, ufano e presunçoso,
Bem lhe quer bem mesmo qu' esteja descontente!
Nesta hora de Graças tantas...
Nesta hora de graças tantas refulgentes
Que este meu Benfica Glorioso me pespega
Em excelsa bênção de Jesus com suas gentes
Em graças de mirífica arte na refrega!
E a Águia ao gentio faz vergar em devoção
Em seu voo imperial de domínio e altivez
Que dele, Benfica, faz graça natural de campeão
E sentir ao mundo circundante a sua pequenez!
Por isso, coração que tanto t’ inquietas,
Que em êstase, enlevado e mui agradecido
Dentro deste peito, deste berço, deste ninho
Num arroubo de paixão, de doçuras, de carinho
Em dolce ânsia, honores de devoção, enternecido
Por que não sonhas, te exaltas e t’ aquietas?
Que este meu Benfica Glorioso me pespega
Em excelsa bênção de Jesus com suas gentes
Em graças de mirífica arte na refrega!
E a Águia ao gentio faz vergar em devoção
Em seu voo imperial de domínio e altivez
Que dele, Benfica, faz graça natural de campeão
E sentir ao mundo circundante a sua pequenez!
Por isso, coração que tanto t’ inquietas,
Que em êstase, enlevado e mui agradecido
Dentro deste peito, deste berço, deste ninho
Num arroubo de paixão, de doçuras, de carinho
Em dolce ânsia, honores de devoção, enternecido
Por que não sonhas, te exaltas e t’ aquietas?
Glórias minhas que voltastes
Tu que ouviste de intenso meu penar
Tão desafinado d’ expressão, mas sentido,
Vieste, enfim, em galopes, desinibido,
A tua inebriante e excelsa Glória refinar!
Naquele cansaço de alma sem fulgor,
De tantas mágoas não acostumadas,
Por mercê de tantas Glórias afamadas
Revigoraste agora em teu novo esplendor!
Elevando um coração d’ esperanças Gloriosas,
Coração amargurado e de alma entristecida
De volta aos trilhos exaltados do fervor!
Gritando em comunhão de vozes majestosas
Na tua Imensa Glória qual Fénix renascida
Os Hinos d’ oração em voos de Águia e Amor!
Tão desafinado d’ expressão, mas sentido,
Vieste, enfim, em galopes, desinibido,
A tua inebriante e excelsa Glória refinar!
Naquele cansaço de alma sem fulgor,
De tantas mágoas não acostumadas,
Por mercê de tantas Glórias afamadas
Revigoraste agora em teu novo esplendor!
Elevando um coração d’ esperanças Gloriosas,
Coração amargurado e de alma entristecida
De volta aos trilhos exaltados do fervor!
Gritando em comunhão de vozes majestosas
Na tua Imensa Glória qual Fénix renascida
Os Hinos d’ oração em voos de Águia e Amor!
Ao Sol e à melga
Faço-te, ó Sol que m’ iluminas lá do alto, esta prece,
Sem que deixes de inundar vida d’ alegrias e de dores,
Não t’ excedas nesse tom abrasador que m’ endoidece,
Que apelo ao condicionado é sinónimo de tremores!
E tu, melga impertinente, por qu’ invades o meu paraíso?
Vai de retro deste leito d’ alegrias saciada, sonhadora!
Deixa meu ser, sequioso d’ amor só, levitando num sorriso,
Acaba, enfim, com tua maldita e infinda dança voadora!
Por que não poupais este já mui angustioso pensamento
Do sofredor herceptin com que guerreio outro malvado?
Sabeis que sou Guerreira, bem o sei, é sina minha!
Porém, deixai livremente vaguear meus sonhos pelo vento!
Quem já mui sofreu muito merece na vida ser mimado!
Depois, vereis, eu vou vencer que meu fado é ser Rainha!
Sem que deixes de inundar vida d’ alegrias e de dores,
Não t’ excedas nesse tom abrasador que m’ endoidece,
Que apelo ao condicionado é sinónimo de tremores!
E tu, melga impertinente, por qu’ invades o meu paraíso?
Vai de retro deste leito d’ alegrias saciada, sonhadora!
Deixa meu ser, sequioso d’ amor só, levitando num sorriso,
Acaba, enfim, com tua maldita e infinda dança voadora!
Por que não poupais este já mui angustioso pensamento
Do sofredor herceptin com que guerreio outro malvado?
Sabeis que sou Guerreira, bem o sei, é sina minha!
Porém, deixai livremente vaguear meus sonhos pelo vento!
Quem já mui sofreu muito merece na vida ser mimado!
Depois, vereis, eu vou vencer que meu fado é ser Rainha!
terça-feira, 8 de junho de 2010
Memórias tristes de tempos que já lá vão...
BENFICA
Vem, Amor da minha infância!
Vem-me mostrar teu rosto lindo
Que contemplo desde minha meninice,
Benvindo como a luz da madrugada!
Que eu quero ver no ar subindo,
Suave e ladina a Águia Sagrada!
Faz-me vibrar naquela ânsia
De vitórias qu'afagavam minha traquinice!
Benfica, és meu hino de vitória
Que minha boca tem sempre p'ra gritar!
Que tu, Amor, m'ensinaste a dizer
Em brados d'alegria e de glória,
Cinzelados por mim p'ra t'ofertar
Em belos sonhos de criança
Sonhados para me endoidecer!
Amor, porque tornaste só lembrança
Esse rio caudaloso de vitórias?
Por isso choro muito pelos cantos,
Frenética, até com gestos desabridos,
Ruminando nas d'outrora Glórias
Em ânsias, os cabelos desprendidos,
Lágrimas minhas brilhando em prantos
De soluços e de dor consumidos!
Quantas vezes, Amor, me tens ferido
Quantas vezes, Amor, me tens curado?
Razão de minha Eterna Esperança,
Passo de um estado a outro estado!
Assim meu Coração é conduzido
Desde o cantar da cotovia
E dos longínquos tempos de criança!
Sempre no teu olhar o meu repousa!
Penso por vezes não te ver e, todavia,
Eu não vejo outra cousa!
Por tudo quanto já dar quiseste,
Por tudo o que em mim retiveste,
A teu lado, Amor, sempre estarei
Nesta peregrinação celeste!
Apesar do mal que me fizeste,
Sempre é só Amor que te darei!
É tua, Amor, a minha exaltação!
Mas, olha, não te disse ainda,
Alguns versos de eterna gratidão!
A boca de mulher será mais linda
Se dentro guardar um verso que não diz,
Será para t'ofertar na despedida!
Obrigada pela Glória imensa que me deste
Benfica, minha Eterna Paixão!
Para ti os versos lindos que te fiz,
Não t'esqueças, Amor, desta Alma tão dorida!
PORQUE M’ENTRISTECE O CORAÇÃO
Por que m'entristece o coração?
Vinte anos de penúria de conquistas,
Coração vibrante e seguro de vitória,
Acompanhado em tridentes de glória,
Da meninice à meia-idade, jubilosas,
Ufano, como tantas almas Benfiquistas
Em eterna e peregrina devoção,
Sóis, luares, sem noites tormentosas!
Por que m'entristece o coração?
Sem vigor, sem vontade, amargurado,
Indigente da etérea exaltação,
Cansaço infindo de alma sem fulgor
Num peito por cujo coração eu estremeço
E deixas meu Ser falho de vitórias!
Não, não parece que seja o que mereço,
Cabelos brancos de passadas glórias
Nesta saudade e neste amor!
Pobre coração que agonizas a sofrer
E me impeles com tão ingente afã,
A sossegá-lo, tomando o lexotan
Com que suporta esta imensa dor!
Por que m'entristece o coração?
Se não fora a clara esperança
Nada havia nesta alma atormentada
Nem versos, nem escritos, nada!
Resta-me o olhar desta ternura
Que em blogues belos de canção
Em pinceladas femininas devotadas
Escrevem coisas lindas de brandura
Que sublimam este pobre coração
Tormenta e chama entrelaçadas!
Por que m'entristece o coração?
Benfica, é tão grande a tua sorte!
Tens Anas, Micaelas, Luas, Margaridas,
Patrícias, Luazinhas e outras belas flores,
Também elas, é certo, amarguradas
E não te regateiam seus amores!
Peço-te, acaba com esse teu desnorte!
Não o merecem rosas tão floridas
Que, por ti, devem apenas ser amadas!
LEMBRANÇAS
Lembranças, só lembranças de vitórias!
Lembranças, porque lembrais esse passado,
Esse meu bem qu’eu tinha bem guardado?
É p’ra que sinta mais a míngua de Glórias?
P’ra que m’entristeça tanto o mal presente
Que não deixa este coração assossegado?
Se quereis, deixai-me viver contente,
Recordando minhas alegrias, magoado!
Lembranças do passado, alento vão!
Começa o ano numa esperança ingente!
Depois, parece que está tudo ordenado
E invade a dor um pobre coração!
É um viver assim deste modo descontente
Que a morte não dá fim a meu cuidado!
A alegria da vitória é tão avara
Que o bem, quando vier, é acidente!
Assim, para que me vale a vida,
Esperando uma alegria ora tão rara
Que alegre um coração de gente?
Se a perder, parece é tão melhor,
Vão-se as lembranças da memória,
Os tormentos e o receio do pior,
Pois nada perde quem perdida
Tem a esperança e à’legria da vitória!
Estas lembranças belas d’outrora,
Perdidas na dor que não contento,
Fazem tanto dano ao pensamento
Que meu coração me diz agora:
“Vai em busca doutra bela aurora
Qu’esta vida se tornou só num tormento”!
Vem, Amor da minha infância!
Vem-me mostrar teu rosto lindo
Que contemplo desde minha meninice,
Benvindo como a luz da madrugada!
Que eu quero ver no ar subindo,
Suave e ladina a Águia Sagrada!
Faz-me vibrar naquela ânsia
De vitórias qu'afagavam minha traquinice!
Benfica, és meu hino de vitória
Que minha boca tem sempre p'ra gritar!
Que tu, Amor, m'ensinaste a dizer
Em brados d'alegria e de glória,
Cinzelados por mim p'ra t'ofertar
Em belos sonhos de criança
Sonhados para me endoidecer!
Amor, porque tornaste só lembrança
Esse rio caudaloso de vitórias?
Por isso choro muito pelos cantos,
Frenética, até com gestos desabridos,
Ruminando nas d'outrora Glórias
Em ânsias, os cabelos desprendidos,
Lágrimas minhas brilhando em prantos
De soluços e de dor consumidos!
Quantas vezes, Amor, me tens ferido
Quantas vezes, Amor, me tens curado?
Razão de minha Eterna Esperança,
Passo de um estado a outro estado!
Assim meu Coração é conduzido
Desde o cantar da cotovia
E dos longínquos tempos de criança!
Sempre no teu olhar o meu repousa!
Penso por vezes não te ver e, todavia,
Eu não vejo outra cousa!
Por tudo quanto já dar quiseste,
Por tudo o que em mim retiveste,
A teu lado, Amor, sempre estarei
Nesta peregrinação celeste!
Apesar do mal que me fizeste,
Sempre é só Amor que te darei!
É tua, Amor, a minha exaltação!
Mas, olha, não te disse ainda,
Alguns versos de eterna gratidão!
A boca de mulher será mais linda
Se dentro guardar um verso que não diz,
Será para t'ofertar na despedida!
Obrigada pela Glória imensa que me deste
Benfica, minha Eterna Paixão!
Para ti os versos lindos que te fiz,
Não t'esqueças, Amor, desta Alma tão dorida!
PORQUE M’ENTRISTECE O CORAÇÃO
Por que m'entristece o coração?
Vinte anos de penúria de conquistas,
Coração vibrante e seguro de vitória,
Acompanhado em tridentes de glória,
Da meninice à meia-idade, jubilosas,
Ufano, como tantas almas Benfiquistas
Em eterna e peregrina devoção,
Sóis, luares, sem noites tormentosas!
Por que m'entristece o coração?
Sem vigor, sem vontade, amargurado,
Indigente da etérea exaltação,
Cansaço infindo de alma sem fulgor
Num peito por cujo coração eu estremeço
E deixas meu Ser falho de vitórias!
Não, não parece que seja o que mereço,
Cabelos brancos de passadas glórias
Nesta saudade e neste amor!
Pobre coração que agonizas a sofrer
E me impeles com tão ingente afã,
A sossegá-lo, tomando o lexotan
Com que suporta esta imensa dor!
Por que m'entristece o coração?
Se não fora a clara esperança
Nada havia nesta alma atormentada
Nem versos, nem escritos, nada!
Resta-me o olhar desta ternura
Que em blogues belos de canção
Em pinceladas femininas devotadas
Escrevem coisas lindas de brandura
Que sublimam este pobre coração
Tormenta e chama entrelaçadas!
Por que m'entristece o coração?
Benfica, é tão grande a tua sorte!
Tens Anas, Micaelas, Luas, Margaridas,
Patrícias, Luazinhas e outras belas flores,
Também elas, é certo, amarguradas
E não te regateiam seus amores!
Peço-te, acaba com esse teu desnorte!
Não o merecem rosas tão floridas
Que, por ti, devem apenas ser amadas!
LEMBRANÇAS
Lembranças, só lembranças de vitórias!
Lembranças, porque lembrais esse passado,
Esse meu bem qu’eu tinha bem guardado?
É p’ra que sinta mais a míngua de Glórias?
P’ra que m’entristeça tanto o mal presente
Que não deixa este coração assossegado?
Se quereis, deixai-me viver contente,
Recordando minhas alegrias, magoado!
Lembranças do passado, alento vão!
Começa o ano numa esperança ingente!
Depois, parece que está tudo ordenado
E invade a dor um pobre coração!
É um viver assim deste modo descontente
Que a morte não dá fim a meu cuidado!
A alegria da vitória é tão avara
Que o bem, quando vier, é acidente!
Assim, para que me vale a vida,
Esperando uma alegria ora tão rara
Que alegre um coração de gente?
Se a perder, parece é tão melhor,
Vão-se as lembranças da memória,
Os tormentos e o receio do pior,
Pois nada perde quem perdida
Tem a esperança e à’legria da vitória!
Estas lembranças belas d’outrora,
Perdidas na dor que não contento,
Fazem tanto dano ao pensamento
Que meu coração me diz agora:
“Vai em busca doutra bela aurora
Qu’esta vida se tornou só num tormento”!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Por que te dás ao desvario …
Por que te dás ao desvario
Coração de amor e de ternura?
Que medo é esse que perdura,
Quando em ti, Razão, eu bem confio?
Que fazeis aqui, desconfortável ansiedade,
Que eu, Rainha, quando vou p'ra respirar
Sinto o coração terno e doce a palpitar,
Tu, só tu que me devias lealdade?!
Esquecem-se de que sou uma Guerreira,
Que medos, ansiedades e outras maldades
Vencerei, vereis, na dura luta do meu ser?
Vinde, vinde ver se é brincadeira
Esconjurar meus medos com Amor e Amizades
Meu braço é forte e forte hei-de VENCER!
Coração de amor e de ternura?
Que medo é esse que perdura,
Quando em ti, Razão, eu bem confio?
Que fazeis aqui, desconfortável ansiedade,
Que eu, Rainha, quando vou p'ra respirar
Sinto o coração terno e doce a palpitar,
Tu, só tu que me devias lealdade?!
Esquecem-se de que sou uma Guerreira,
Que medos, ansiedades e outras maldades
Vencerei, vereis, na dura luta do meu ser?
Vinde, vinde ver se é brincadeira
Esconjurar meus medos com Amor e Amizades
Meu braço é forte e forte hei-de VENCER!
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