Simpatia é sentimento
Que nasce num só momento
Sincero, no coração.
É um olhar bem aceso
Que deixa outr’ olhar àquele preso
Em mágica e meiga atracção.
Simpatia é como um galho
Que banhado em fresco orvalho
Vai crescendo tenro e viçoso
E noutro galho s’ enlaça
Galho que aquele abraça
Cada dia mais formoso.
Galhos unidos a crescer
Atraídos ao se ver
Que lançam os mesmos ais
Que riem em um só coro
E se unem num só choro
São dois poemas iguais.
Simpatia é coisa linda
Que será sempre bem-vinda
Um doce aroma de flor.
É como o luar d’ Agosto
É o que inspira o teu rosto
E nos transmite calor.
Simpatia é terno encanto
Que suaviza todo o pranto
E torna a vida mais linda.
É todo um sol brilhante
Num peito de diamante.
Simpatia?! És tu, doce Cinda!
sexta-feira, 12 de março de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
TEUS OLHOS SÃO DUAS PÉROLAS ...
Teus olhos são duas pérolas verdejantes
Em teu rosto de Vénus mui charmoso
Que brilham cheios de luz, cintilantes,
Numa promessa de etéreo Amor glorioso!
Teu chapéuzinho embeleza a tua figurinha
Dão ao teu porte esbelto ar gaiato de vaidade
Tua silhueta transforma-te numa menininha
Teu sorrir e teu olhar estilizam mocidade!
Teu vestidinho rodado com seus folhos
Vaporiza tua cintura leve e mui franzina
Num ar gaiato de vera formosura
Um sonho de mulher de verdes olhos
Com rosto radiante e doce de menina
E todo o seu ser irradiando de ternura!
Em teu rosto de Vénus mui charmoso
Que brilham cheios de luz, cintilantes,
Numa promessa de etéreo Amor glorioso!
Teu chapéuzinho embeleza a tua figurinha
Dão ao teu porte esbelto ar gaiato de vaidade
Tua silhueta transforma-te numa menininha
Teu sorrir e teu olhar estilizam mocidade!
Teu vestidinho rodado com seus folhos
Vaporiza tua cintura leve e mui franzina
Num ar gaiato de vera formosura
Um sonho de mulher de verdes olhos
Com rosto radiante e doce de menina
E todo o seu ser irradiando de ternura!
ENCONTRO DE AMOR
Olhar o suave rosto
Contemplá-lo docemente
Ver face ainda mais bela
Qu’a meus olhos foi presente!
Vi, enfim, a minha Estrela
Luar singelo d’Agosto
Qu’ilumina a alma infinda!
E eu ali, frente a frente
Com a minha doce Cinda!
Nos seus lábios um sorriso
Luz d’incenso, o paraíso
O corar da face linda
Um desabrochar de fresca rosa
Que a manhã com sua vinda
Debruou de seda mais mimosa
Para inveja das mais flores
Numa aparência singela
Tal os anjos em seus andores!
Ligeiramente a face triste
Em seus olhos sombra leve
Mas uma rosa tão bela
Que nenhuma outra viste
Nem aproximar s’atreve!
Contemplá-lo docemente
Ver face ainda mais bela
Qu’a meus olhos foi presente!
Vi, enfim, a minha Estrela
Luar singelo d’Agosto
Qu’ilumina a alma infinda!
E eu ali, frente a frente
Com a minha doce Cinda!
Nos seus lábios um sorriso
Luz d’incenso, o paraíso
O corar da face linda
Um desabrochar de fresca rosa
Que a manhã com sua vinda
Debruou de seda mais mimosa
Para inveja das mais flores
Numa aparência singela
Tal os anjos em seus andores!
Ligeiramente a face triste
Em seus olhos sombra leve
Mas uma rosa tão bela
Que nenhuma outra viste
Nem aproximar s’atreve!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
UM SORRISO!
Custa muito? Custa nada,
É amor que muito rende,
É um raiar de alvorada.
Quem o recebe aprende
E enriquece.
Quem o dá não empobrece.
Dura somente um instante,
Resplandece em rosto brilhante,
Seus efeitos iluminam eternamente
Coração por vezes tão dormente.
Ninguém é tão rico assim
Que dele não precise um dia.
É belo como um jardim,
É papoila, é jasmim,
Tem odor a maresia.
Ninguém é assim tão pobre
Que não possa a todos dar
Com carinho e com amor.
O sorriso é um espelho
De uma alma nobre.
É um belo ofertar,
Um luminoso conselho
Vai um coração alegrar
Num mundo de tanta dor.
A todos trás felicidade
Aqui e em toda a parte
Sem importar a idade.
É o símbolo d’ amizade,
É gentileza e é arte,
Um reflexo de doçura
Espelho de boa vontade
Num coração inundado de ternura.
Sorriso é talento, é luz,
Ampara desanimados,
Raio de sol em névoa densa,
Mostra um pouco de Jesus.
Dá repouso aos cansados,
Um pouco de recompensa
Aos tristes e malfadados.
Os desesperados alivia,
É sua ressurreição.
Trás de novo à luz do dia
O milagre da redenção.
Ninguém o pode comprar,
Só é dom se genuíno.
É assomo de meiguice,
Não serve p’ ra emprestar.
Do coração é um hino
Às vezes de traquinice.
Um sorriso não tem preço,
Seu valor é mui profundo.
Começa logo no berço,
Alívio de tanta dor.
Não há moeda no mundo
Que iguale o seu valor.
O sorriso é dádiva pura
Do terno e doce Amor,
Dos eleitos d’ amizade.
E quem não pode sorrir
É dele que precisa tanto,
Ele é uma linda flor
Muitas vezes uma cura,
Uma imensa felicidade,
Que chega com tal encanto
Que faz sua alma florir.
É amor que muito rende,
É um raiar de alvorada.
Quem o recebe aprende
E enriquece.
Quem o dá não empobrece.
Dura somente um instante,
Resplandece em rosto brilhante,
Seus efeitos iluminam eternamente
Coração por vezes tão dormente.
Ninguém é tão rico assim
Que dele não precise um dia.
É belo como um jardim,
É papoila, é jasmim,
Tem odor a maresia.
Ninguém é assim tão pobre
Que não possa a todos dar
Com carinho e com amor.
O sorriso é um espelho
De uma alma nobre.
É um belo ofertar,
Um luminoso conselho
Vai um coração alegrar
Num mundo de tanta dor.
A todos trás felicidade
Aqui e em toda a parte
Sem importar a idade.
É o símbolo d’ amizade,
É gentileza e é arte,
Um reflexo de doçura
Espelho de boa vontade
Num coração inundado de ternura.
Sorriso é talento, é luz,
Ampara desanimados,
Raio de sol em névoa densa,
Mostra um pouco de Jesus.
Dá repouso aos cansados,
Um pouco de recompensa
Aos tristes e malfadados.
Os desesperados alivia,
É sua ressurreição.
Trás de novo à luz do dia
O milagre da redenção.
Ninguém o pode comprar,
Só é dom se genuíno.
É assomo de meiguice,
Não serve p’ ra emprestar.
Do coração é um hino
Às vezes de traquinice.
Um sorriso não tem preço,
Seu valor é mui profundo.
Começa logo no berço,
Alívio de tanta dor.
Não há moeda no mundo
Que iguale o seu valor.
O sorriso é dádiva pura
Do terno e doce Amor,
Dos eleitos d’ amizade.
E quem não pode sorrir
É dele que precisa tanto,
Ele é uma linda flor
Muitas vezes uma cura,
Uma imensa felicidade,
Que chega com tal encanto
Que faz sua alma florir.
ROSTO DE MENINA …
Rosto de menina, meã na altura
Vestido rodado de alva imaculada
Olhos verdes, morena de figura
Gaiata e gentil, de beleza inundada
Chapéuzinho adornando a cabeça
Brilho ladino num olhar de felicidade
Face risonha de menina travessa
Donairosa no porte, elegante sem vaidade
Alma límpida, é de rosas seu perfume
Puro e casto, raiando ao sol brilhante
Uma fada nossas vidas inspirando
Eis a minha Diva que a Vénus faz ciúme
Farol do Amor, generoso diamante
Aos pés da Virgem, em devoção, orando.
Vestido rodado de alva imaculada
Olhos verdes, morena de figura
Gaiata e gentil, de beleza inundada
Chapéuzinho adornando a cabeça
Brilho ladino num olhar de felicidade
Face risonha de menina travessa
Donairosa no porte, elegante sem vaidade
Alma límpida, é de rosas seu perfume
Puro e casto, raiando ao sol brilhante
Uma fada nossas vidas inspirando
Eis a minha Diva que a Vénus faz ciúme
Farol do Amor, generoso diamante
Aos pés da Virgem, em devoção, orando.
domingo, 13 de setembro de 2009
ANJO
Anjo?! Que és senão
Um Anjo em oração?!
Tuas asas providentes
Abrigam à sombra pura
As almas a quem consentes
A ventura
Da tua amizade!
Anjo de rosto lindo
Tal uma ave
Em asas brancas subindo
Para lá da claridade
Da doce Lua,
Majestoso e suave
Sem beleza igual à sua!
A tua aparição,
O teu olhar tão tocante
É frémito d'adoração
De todo o navegante,
Em tal enlevo
Que descrever não m'atrevo!
És nosso anjo da Paz
Nesta abóbada celeste
Estrela da madrugada
A iluminar
Noite cerrada
Sem o brilho do luar!
Que é capaz
De, em noite agreste,
Ser nosso Sol a cintilar!
Um Anjo em oração?!
Tuas asas providentes
Abrigam à sombra pura
As almas a quem consentes
A ventura
Da tua amizade!
Anjo de rosto lindo
Tal uma ave
Em asas brancas subindo
Para lá da claridade
Da doce Lua,
Majestoso e suave
Sem beleza igual à sua!
A tua aparição,
O teu olhar tão tocante
É frémito d'adoração
De todo o navegante,
Em tal enlevo
Que descrever não m'atrevo!
És nosso anjo da Paz
Nesta abóbada celeste
Estrela da madrugada
A iluminar
Noite cerrada
Sem o brilho do luar!
Que é capaz
De, em noite agreste,
Ser nosso Sol a cintilar!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
ENCONTRO DE FLORES
Em dia de Primavera
Com calorzinho no ar
É dia de festejar
Uma amizade mui vera.
Estão em festa as meninas
Prontinhas para palrar
Ana, Lua e Laurinha
Princesas, Baronesas, mui ladinas
Rodeiam nossa Rainha
Prontas para afagar
A marota picadinha
Que tanto a fez sangrar.
É hora de conversinha
Qu'é preciso pôr em dia.
Sua lide tão asinha
Ao Colombo, em romaria,
Em festa vão almoçar.
Fátima, outra amiguinha
Tem mágoa de não estar
Por um segundo que seja
E manda muitos beijinhos
E mais abraços deseja
Gargalhadas e miminhos.
E um dia o mais tardar
Lá estará a receber
De tão doce companhia
Mimos da nossa Rainha,
Dos lábios cor de cereja
E da Ana e da Laurinha
Os mimos que vão viver
Em festa que faz inveja
Por não poder festejar
Em tão nobre fidalguia.
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